Use o poder da palavra para o bem geral.
Escreva, construa! E mande revisar seu texto: construa certo.

  • PASSANDO BALINHAS, CHUPANDO MOEDAS

    Era 1994, um mês de Plano Real. As balinhas se faziam de moeda corrente. E a gente tinha de engolir a falta de moedas de verdade.

  • FISCALIZAÇÃO NO DF — mínima autonomia, pouco resultado

    O sonho dos agentes fiscais era alcançar a autonomia, antes mesmo da criação da AGEFIS — Agência de Fiscalização do Distrito Federal. Cumprir o papel que lhe cabe na sociedade sem atrelamentos, sem algemas. Infelizmente não deu.

  • SALA DE ESPERA

    E você? O que faz numa sala de espera? Dorme? Promove um concurso?

  • MEIO QUÊ

    "Você está meio que chateado a nível de imposições que a vida traz? É o tal negócio...", deixe os termos-muleta e os cacoetes de linguagem de lado. Eles não fazem falta.

  • CONVERSA INFORMAL? DEIXE ROLAR

    Falando rapidamente sobre cacófato, assonância... e a sugestão de não monitorar a fala informal.

  • IDIOTA MESMO

    Pelo menos, à primeira vista, eu estava idiota — não era idiota. Temporário, não definitivo, o que já era um alento...

TEXTOS DO AUTOR

(hoje são 220)

Textos do autor e de escritores convidados sobre assuntos da atualidade, revisão textual e português do cotidiano.

FRASE DO DIA
“Nem com milhões de moedas de ouro se pode recuperar um só instante da vida. Que maior perda, então, do que a do tempo desperdiçado?”
Chanakya Pandita, 275 a.C., Índia